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Crise de Macau. História ou estória? — 1 comentário

  1. “Na primeira noite, eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim.
    E não dizemos nada.

    Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada.

    Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. ”

    Poema de autoria de Eduardo Alves da Costa, 1935. No caminho com Maiakóvski.

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